VELOCIDADE, RITMO, TOM, MELODIA E VOLUME, são os 5 ingredientes mágicos da voz.
Para que tenha uma boa locução, precisa conjugar, além da voz mais cinco ingredientes.
E prática. Muita prática.
A expressividade da fala é de extrema importância para quem quer enveredar por este mundo das locuções e dobragem. E já agora saber português, também ajuda e muito! Especialmente quando o pronunciamos bem.
Hoje em dia qualquer pessoa que por exemplo, goste de comunicar, consegue facilmente fazer um podcast, e qualquer outra em qualquer parte do mundo pode ouvir aquele “ensinamento” em qualquer parte do mundo. Muitas vezes as pessoas ouvem um podcast nem tanto pelo conteúdo, mas para aprenderam a língua portuguesa, ou outro idioma. Mas é extremamente decepcionante quando ouvimos o locutor, com uma péssima dicção, velocidade a mil, ou pelo contrário monótono que nos põe a dormir, um tom nada adequado ao contexto, e a melodia então de fugir….
É preciso por vezes aprender. Porque não se nasce ensinado. Claro há sempre excepções. Há quem nasça com o dom natural. Mas a maior parte das pessoas que oiço…ui! Fora de questão!
Mas quem quer chega lá!
Já tivemos casos de pessoas que chegaram ás nossas formações, completamente a zeros, e agora são grandes profissionais. Aprenderam, praticaram, e focaram-se no objectivo que tinham! Outras há que até têm o tal dom natural, mas falta o resto! É que é preciso estarmos sempre a praticar todos os dias o que aprendemos.
Com estas coisas da voz e da locução, como eu costumo dizer nas minhas aulas; – Nós somos atletas de alta competição, e por isso o treino é diário.
Se aquela pessoa chega á meta a que se propôs, depende dela não de nós.
Como dizem as pessoas com mais experiência de vida, nós damos a cana e ensinamos a pescar. O resultado da pesca, depende da paciência, do treino, da entrega e do foco de cada um daqueles que formamos.
E já agora, deixem-me lançar o isco e vejam as nossas próximas formações em Lisboa e no Porto.

Boas locuções!

Teresa Silva

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